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Observatório Ibira 30

PesquisaCultura e Economia Criativa

Percepções de Impacto das Atividades de Maracatu

No Jardim Ibirapuera

Capa da pesquisa Percepções de Impacto das Atividades de Maracatu no Jardim Ibirapuera

Resumo executivo

Ao longo do ano de 2024, o Observatório Ibira30 realizou uma pesquisa das percepções de impacto das atividades de Maracatu no Jd Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. Com apoio do Ministério da Cultura, a pesquisa ouviu mais de 200 pessoas e buscou entender o papel do maracatu no território, suas raízes, transformações e sentidos para quem o pratica.

O que emergiu foi muito mais que uma expressão artística: o maracatu é vivido como tecnologia ancestral, escola de cidadania, espaço de cura e resistência. Os relatos mostram como essa cultura vinda do Nordeste se reinventa na cidade sem perder sua força simbólica, conectando gerações, afirmando identidades negras e enfrentando o racismo com tambor e corpo. Em tempos de apagamento, a pesquisa lança uma provocação necessária: o que a cidade tem a aprender com quem bate o tambor na favela?

Ficha técnica

Publicação
2025
Financiador
Ministério da Cultura
Realização
Observatório Ibira30 - Bloco do Beco / Fundação Julita

Principais achados

  • 96%

    dos jovens entrevistados gostariam de ter mais conteúdos sobre Maracatu e cultura afro-brasileira nas escolas.

  • R$ 1 → R$ 2

    Cada real investido nos eventos de Maracatu gerou dois em movimentação econômica no território. Entre 2022 e 2024, foram R$ 56 mil investidos, que resultaram em R$ 113,3 mil movimentados.

  • 96%

    dos jovens afirmam que o Maracatu contribuiu para melhorar sua autoestima.

Relatório completo

Acesse o relatório completo de Percepções de Impacto das Atividades de Maracatu, com os dados, análises e reflexões produzidos ao longo do estudo.

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